Resumos premiados no VII CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE FERIDAS 2018

  • Diani de Oliveira Machado
  • Bárbara Uritz da Silva
  • Silvia Justo Tramontini
  • Anaelí Brandelli Peruzzo
  • Hallana Laisa de Lima Dantas
  • Elizabeth Soares dos Santos
  • Adriana Martins da Conceição
  • Joice Fragoso Oliveira de Araújo
  • Maria Lysete de Assis Bastos
  • Adriana Reis Todaro
  • Débora Juliana dos Anjos Tangerino
  • Jéssica Da Silva Cunha Breder
  • Maria Helena de Melo Lima
  • Paulo César Pires Rosa
  • Moisés Henrique Mastella6
  • Bruna Chitolina1
  • Beatriz Sadigursky Nunes Cunha
  • Euler Esteves Ribeiro
  • Marta Medeiros Frescura Duarte
  • Neida Luiza Kaspary Pellenz
  • Wendel Jose Teixeira Costa
  • Maially Moreira de Souza Eleto Hamade
  • *Nadielle de Oliveira
  • Mariana de Castro Pereira Pontes
  • Tatiana Carvalho de Freitas
  • Ítalla Maria Pinheiro Bezerra
  • Luciana Souza Lima Brito
  • Erika Anny Costa Cerqueira
  • Cleonara Sousa Gomes e Silva
  • Aline Silva Gomes Xavier
  • Silvia da Silva Santos Passos
  • Cláudio Emanuel Campelo Gonçalves Silva
  • Ana Luiza Almeida do Espírito Santo
  • Maycon Douglas Silva costa
  • Raclícia de Oliveira FerreiraFerreira
  • Bruno de Sousa Carvalho Tavares
  • Fernanda LapiMardegan
  • Bárbara Rodrigues
  • Adriana Ribeiro Camargo
  • Martina de Vasconcelos Oliveira Lemos
  • Andrelina Alves Mangueira
  • Marcela Barbosa de Farias1
  • Ótamis Ferreira Alves
  • Isadora Cristina Rodrigues de Amorim Pereira
  • Luiz Leonardo Louzada Nobrega
  • Flávia Atanazio do Nascimento
  • Claudia da Hora Silva Benholiel
  • Nathalia Freire Andrade
  • Renata Jardim da Costa
  • Eliziete Costa De Oliveira
  • Mariane Roza Ricon De Freitas
  • Hellenn Cristina Nunes Santos

Resumo

Relato de experiência referente à atuação da comissão de pele no controle de custos hospitalares com coberturas para feridas complexas

Diani de Oliveira Machado1 * Bárbara Uritz da Silva2  * Silvia Justo Tramontini1 Anaelí Brandelli Peruzzo1

 
 A qualificação da assistência hospitalar em relação ao cuidado dos pacientes com feridas
complexas é um desafio1

. A Comissão de Pele atua diante desta demanda e é composta por uma equipe
multiprofissional cujas atividades principais englobam planejar, elaborar, implantar, atualizar rotinas e
protocolos de prevenção e cuidado as lesões de pele, testar e padronizar coberturas considerando o
melhor custo-benefício, monitorar indicadores assistenciais de custos e cuidados, bem como realizar
educação permanente1

. Objetivo: Relatar a experiência da Comissão de Pele em relação ao monitoramento
dos custos com as coberturas carboximetilcelulose com prata e tela de poliamida com silicone nas unidades
de internação em um hospital geral de grande porte no município de Porto Alegre. Método: Relato de
experiência. Relato: O alto custo com coberturas para o tratamento de feridas motivou a Comissão de Pele
a realizar o monitoramento da indicação de uso das coberturas de maior valor, sendo elas a
carboximetilcelulose com prata e a tela de poliamida com silicone. Assim, as duas enfermeiras que atuam
exclusivamente na Comissão de Pele iniciaram o monitoramento das avaliações das feridas realizadas por
enfermeiros nas unidades de internação e das coberturas escolhidas para o tratamento destas lesões. As
informações foram coletas no prontuário do paciente. Quando indicado o uso de um dos produtos citados,
as enfermeiras da Comissão de Pele realizaram uma nova avaliação da ferida do paciente em conjunto com
o enfermeiro responsável pelo setor, oportunizando a escolha da cobertura com melhor custo-benefício. A
atividade iniciou no segundo semestre do ano de 2017. Resultados: No primeiro semestre de 2017 a média
do custo com carboximetilcelulose com prata foi de R$ 26.811,23 (±R$ 9.729,69) e da Tela de poliamida
com silicone R$ 25.055,90 (±R$ 5.526,72). No segundo semestre, após o início do monitoramento, os custos
foram R$ 11.127,00 (±R$ 4.626,28) e R$ 8.630,76 (±R$ 3.803,39), respectivamente. Evidenciou-se uma
redução significativa dos custos em aproximadamente 50%. Conclusão: A atuação da Comissão de Pele na
assistência ao paciente em conjunto com o enfermeiro assistencial permite a qualificação do cuidado
devido à discussão do caso e a redução dos custos pelo uso de coberturas com melhor custo-benefício. A
diminuição de custos possibilita que os recursos sejam realocados diante das reais necessidades do setor.

Atividade antimicrobiana de extratos de fungos endofíticos do Nordeste no tratamento de afecções: uma pesquisa experimental

Hallana Laisa de Lima Dantas3 * Elizabeth Soares dos Santos1 * Adriana Martins da Conceição1 * Joice Fragoso Oliveira de Araújo1 * Maria Lysete de Assis Bastos1 * Adriana Reis Todaro1


Resumo
Introdução: É sabido que os vegetais, largamente encontrados no sertão nordestino, Catingueira
(Caesalpinia pyramidalis) e Imburana (Commiphora leptophloeos) são utilizados pela população nativa para
manejar enfermidades como escoriações, candidíase oral, queimaduras, acne, dentre outros. Deste modo,
é curioso investigar o comportamento terapêutico destas plantas, e desvendar se suas propriedades de
ação biológica provêm de fato do vegetal ou de fungos endofíticos associados em simbiose com as
mesmas. Objetivo: O presente trabalho tem por finalidade avaliar in vitro à atividade antimicrobiana dos
extratos de fungos endofíticos isolados de plantas da Caatinga. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa
experimental in vitro realizada pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação, desenvolvida no Laboratório de Pesquisa de Tratamento de
Feridas/ESENFAR/UFAL, referente ao ciclo 2017-2018. Os endofíticos analisados são oriundos de plantas da
Caatinga, coletadas em Delmiro Couveia-AL, nos meses de agosto/2017 e janeiro/2018. Submetidos a
determinação da concentração inibitória mínima (CIM) frente as bactérias Staphylococcus aureus (ATCC
25923), S. epidermidis (ATCC 14990) e Escherichia coli (ATCC 25922) conforme descrito pelo protocolo do
Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI, 2012ab e CLSI, 2008). Resultados: Os extratos fúngicos
oriuntos das plantas Catingueira e Imburana da Caatinga, apresentaram atividade antimicrobiana para
Escherichia coli (500 μg/mL;250 μg/mL), Staphylococcus aureus (500 μg/mL;500 μg/mL) e S. epidermidis
(250 μg/mL;500 μg/mL). CONCLUSÃO: Os fungos endofíticos apresentaram atividade relevante para o
combate a microorganismos problemáticos para o manejo de feridas. O potencial bioativo destes
organismos fúngicos deve continuar a ser estudado, para um melhor dimensionamente de suas aplicações
na terapêutica de afecções.

 

Processo de cicatrização no uso tópico de emulsão de óleo de copaifera multijuga em lesões cutâneas de camundongos

Débora Juliana dos Anjos Tangerino4 * Jéssica Da Silva Cunha Breder5  * Maria Helena de Melo Lima2 * Paulo César Pires Rosa1

 

Resumo
Introdução: O óleo de copaíba é extraído do interior do tronco das Copaibeiras, apresenta características
aromáticas e atividades farmacológicas atribuídas aos compostos sesquiterpenicos. É utilizado para tratar
inflamações, dermatites, em cicatrização de ferimentos, infecções do trato urinário e respiratório.
Objetivo: determinar a composição química e avaliar o reparo tecidual das lesões cutâneas em
camundongos saudáveis frente ao uso emulsão contendo o óleo de copaíba. Métodos: O óleo de Copaifera
multijuga é cadastrado no SisGen no A72F740, foi analisado utilizando sistema de cromatografia a gás
acoplada a espectrômetro de massas (GC-MS) o equipamento utilizado foi o Agilent (HP6890) com a coluna
HP5MS 5MS (30 m de comprimento x 0,250 mm de diâmetro internox 0,25 um de espessura de filme)
temperatura de injetor 260°C; modo Split (20:1); aquecimento de forno de 60°C até 250°C (3°C) com fluxo
constante de 1 mL/min; gás de arraste Hélio; temperatura da linha de transferência 270°C; a fonte de
ionização 230°C, temperatura do analisador quadrupolo 160°C; energia de ionização de 70 eV; corte de
solvente de 3 minutos; modo de aquisição scan na faixa de 34-550 Da. Foi realizado estudo da atividade
cicatrizante da emulsão contendo óleo de Copaifera multijuga em feridas. A ferida foi realizada com um
molde de 1cm2 na região dorsal de camundongos C57BL/6J. Os animais foram divididos em dois grupos,
grupo placebo e grupo tratado. No grupo tratado foi utilizada uma emulsão contendo 10% de óleo-resina
de copaíba. Os grupos foram subdivididos em 3 subgrupos de acordo com o tempo de tratamento: 3, 6 e 12
dias. O processo de cicatrização foi acompanhado por meio de fotos. As imagens foram digitalizadas e a
área das feridas mensurada por meio da utilização do software Image J. 1.49 v. O fechamento foi expresso
em porcentagem (%), calculada pela seguinte fórmula: [((área diária) x 100) / área inicial]. Estudo aprovado
pela Comissão de Ética na Experimentação Animal, protocolo no 4593-1/2017. Resultados: na análise por
CG-MS o óleo apresentou β-cariofileno com 83% em sua composição, seguido do α-Humulene com 11,49%.
Não diferença significante na contração da ferida entre os grupos. Conclusão: Trabalhos associam à
cicatrização e efeito anti-inflamatório a ação de β- cariofileno, no entanto nossos resultados preliminares
não observamos diferença significante na contração da ferida com o tratamento. Sendo necessária
avaliação histológica para avaliar o reparo tecidual.

 

Barbatimão (Stryphnodendron Adstringens (Mart.) Coville) Modula Marcadores Citofuncionais de Fibroblastos Humanos Senescentes

Moisés Henrique Mastella6 * Bruna Chitolina1 * Beatriz Sadigursky Nunes Cunha1 * Euler Esteves Ribeiro7 * Marta Medeiros Frescura Duarte8 * Neida Luiza Kaspary Pellenz1

 

Resumo
Introdução: Os fibroblastos, principais células da pele, são responsáveis pela síntese de colágeno e
manutenção da matriz extracelular. Com o envelhecimento, tais células reduzem sua capacidade
proliferativa e cicatricial. Alguns fatores potencializam essa perda, entre estes estão quadros de
inflamação crônica e morte celular causado pelo excesso de danos ao DNA decorrente da
ineficiência da célula em eliminar xenobióticos. Assim, a busca por compostos naturais, como é o
caso do barbatimão (Stryhpnodendron adstringens (Mart.) Coville) utilizada para fins de
cicatrização na medicina popular, pode ter efeito promissor com potencial atividade moduladora.
Objetivo: Avaliar in vitro o efeito do barbatimão em marcadores citofuncionais de fibroblastos
humanos senescentes. Métodos: Células da linhagem de fibroblastos humanos HFF-1 foram
cultivadas em condições controladas e repicadas até atingirem morfologia senescente (± 50 dias)
via observação citomorfológica por microscopia confocal. As células, foram expostas ao extrato de
barbatimão nas concentrações de 0,49 mg/mL e 0,99 mg/mL. Após 72 horas de exposição, foram
analisados espectrofotometricamente os níveis das citocinas inflamatórias interleucina (IL) 1β, 6 e
10, fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e interferon gama (INF-γ), além da taxa de danos ao DNA
via 8-hydroxy-2'-deoxyguanosine (8-OHdG) e marcadores apoptóticos, via caspases (Casp) 3 e 8.
Resultados: Todos os resultados foram dose-dependentes, sendo o extrato do barbatimão capaz
de reduzir a expressão das citocinas inflamatórias e aumentar a antiinflamatória (IL-10) e diminuir
a expressão de marcadores apoptóticos e de dano ao DNA. Conclusões: Apesar das limitações
metodológicas de estudos in vitro, nossos resultados indicam que o barbatimão pode ser um
modulador positivo da pele e seu uso poderia prevenir o surgimento de necrose, muito
relacionada ao aparecimento de lesões por pressão, um grande problema de saúde pública no
Brasil, principalmente entre idosos acamados.

 

Prevalência do pé diabético no estado de minas gerais nos anos de 2008 a 2012 

Wendel Jose Teixeira Costa9 * Maially Moreira de Souza Eleto Hamade1 *Nadielle de Oliveira Almeida1 * Mariana de Castro Pereira Pontes10 * Tatiana Carvalho de Freitas2 *  Ítalla Maria Pinheiro Bezerra2

 

Resumo
Introdução: Diabetes Mellitus (DM) decorre da falta e/ou da incapacidade da insulina exercer
adequadamente suas funções no organismo. Dentre as complicações está síndrome do pé diabético (PD),
que são ulcerações, infecções ou destruições da pele e dos tecidos profundos associados à neuropatia ou
enfermidades arteriais periféricas nas extremidades inferiores. Objetivo: Descrever a prevalência do pé
diabético, no estado de Minas Gerais no período de 2008 a 2012. Método: Estudo transversal com
delineamento de série temporal e utilização de dados secundários referentes à morbidade de indivíduos
diabéticos, cadastrados e acompanhados pelo Sistema HIPERDIA no período de 2008 a 2012. Resultados:
Foram registrados 125.644 diabéticos sendo DM Tipo I n=6154 (4,9%); DM Tipo II n=14471 (11,5%) e DM
com hipertensão (Dc/HA) n=105019 (83,6%). Quanto ao PD observou-se maior prevalência no grupo Dc/HA
n=4126 (39,3/1000Dc/HA), em tabagistas n=1234 (299/1000Dc/HA), com sobrepeso n= 2106
(511/1000Dc/HA), bem como nos doentes renais crônicos n=1113 (270/1000Dc/HA). A análise por faixa
etária demonstrou aumento progressivo a partir dos 45 anos em todos os tipos de DM. Conclusão: A
prevalência do PD demonstrou-se mais elevada em diabéticos com hipertensão arterial, tabagistas, obesos
e acima de 45 anos. Tais achados reforçam a afirmativa que a DM e o PD são importantes problemas de
saúde pública e necessitam de políticas públicas e linhas de cuidado eficientes para sua prevenção efetiva,
diagnóstico precoce e tratamento adequado. A equipe de enfermagem é parte ativa desse processo e deve
estar preparada, principalmente para a execução de ações preventivas e implementação de tratamento
adequado, a fim de evitar complicações futuras como feridas de difícil tratamento e amputações evitáveis.

 

Cuidado multiprofissional à pessoa com úlcera venosa recidivante: um estudo de caso

Luciana Souza Lima Brito11 * Erika Anny Costa Cerqueira12 * Cleonara Sousa Gomes e Silva2 *
Aline Silva Gomes Xavier2 * Silvia da Silva Santos Passos2 * Cláudio Emanuel Campelo Gonçalves Silva1

 

Resumo
Introdução: As úlceras de perna secundárias à insuficiência venosa periférica possuem elevada
prevalência na população. Existem diversas explicações sobre a fisiopatologia, mas o principal
fator envolvido é a reduzida difusão de nutrientes para os tecidos devido a elevada pressão nas
veias e capilares. Geralmente estas lesões são dolorosas, altamente secretivas e podem ser
recidivantes. Objetivo: Apresentar o cuidado multiprofissional a uma pessoa com úlcera venosa
recidivante. Método: Pesquisa exploratória, do tipo estudo de caso de um homem com úlcera de
perna decorrente de insuficiência venosa periférica, assistido em serviço público de referência no
interior da Bahia. Os dados foram coletados no prontuário em julho de 2018. Resultados: R.F.A, 68
anos, etilista e tabagista, apresenta histórico de recidiva de úlcera de perna há 40 anos, sendo que
a última ocorreu há um ano. Em fevereiro de 2018 iniciou tratamento com enfermeira,
nutricionista, fisioterapeuta e médico clínico em serviço público especializado. Apresentava lesão
circular em membro inferior esquerdo, com necrose úmida de coloração marrom e amarela,
exsudato serosaguinolenta em grande quantidade, odor fétido e queixa de dor intensa durante
manipulação. No decorrer do tratamento instituído pela enfermeira, foi realizado debridamento
instrumental conservador, quando necessário, e utilizados solução spray de PHMB, creme de
barreira e bota de Unna. Além disso, com a evolução da cicatrização, institui-se o uso de
formulação de hidrogel com alginato de cálcio, fibra de alginato e malha impregnadas com prata.
As intervenções da fisioterapeuta foram alongamento global, mobilização de cinturas pélvica e
escapular, estimulação dos membros inferiores e exercício respiratório. A nutricionista, por sua
vez, prescreveu imunomoduladores e reeducação alimentar, orientando quanto a redução da
ingesta de carboidratos e aumento da ingesta hídrica e de proteínas. Com a progressão do
tratamento, obteve-se cicatrização completa da lesão após quatro meses, sendo, após alta,
orientado quanto a hidratação da pele, uso de meia compressiva, elevação de membros inferiores
quando edemaciados, ingesta hídrica e redução do tabagismo e alcoolismo. Conclusão: A
realização de uma assistência multiprofissional, o uso das coberturas adequadas às alterações e às
fases da cicatrização, assim como a amenização da causa da lesão favorecem a cicatrização.

 

O uso do óleo de pentachletramacroloba no processo cicatricial em lesão por pressão: um relato de experiência

Ana Luiza Almeida do Espírito Santo1 * Maycon Douglas Silva Costa1*Raclícia de Oliveira Ferreira1*Bruno de Sousa Carvalho Tavares1

 

Resumo
Introdução: Pacientes acamados em instituições hospitalares permanecendo longos períodos na
mesma posição muitas vezes desenvolvem lesões de pele, acarretando na geração de lesão por
pressão, esses problemas, além de resultar maior custo financeiro, podem comprometer ainda
mais o quadro clínico do paciente e aumentar o risco de infecção e maior tempo de internação.
Objetivo: Apresentar um relato de experiência, em cliente portador de lesão por pressão estágio
IV, com tratamento diferencial pelo uso do óleo de Pentachletramacroloba viabilizando a
cicatrização até o fechamento da lesão. Método: Trata-se um relato de experiência realizado na
unidade de terapia intensiva do hospital de Especialidade de Macapá. Respeitando-se os aspectos
ético-legais da Resolução 466/2012. Paciente sexo masculino, 33 anos, após sofrer um acidente

automobilístico, diagnosticado com traumatismo raquimedular e crânio encefálico. Durante o pós-
operatório, ficou acamado por 4 dias, sem mudança de decúbito necessária, acarretando no

aparecimento de lesão por pressão localizada na região sacrococcígea. Iniciou-se o protocolo de
tratamento diferencial da ferida utilizando o óleo de Pentachletramacroloba. Resultados:
Evidenciando melhora da ferida após aplicação do óleo que possui propriedades químicas
favoráveis à cicatrização com rápido crescimento de tecido de granulação, neovascularização,
redução da exsudação, lubrificação, emoliente e epitelização. O fechamento da lesão concluiu-se
em 40 semanas. Conclusão: Os resultados desse estudo evidenciaram a viabilidade clínica no
tratamento utilizando do óleo de Pentachletramacroloba em lesão por pressão.

Aprendendo a necessidade do cuidado através da dor da amputação: uma lesão inicial de pé diabético
Fernanda LapiMardegan2 * Bárbara Rodrigues1

Resumo
Paciente de 73 anos, diabético, com lesão inicial em pé diabético, sem acompanhamento,
evoluindo para infecção e posterior amputação. O procedimento foi realizado em caráter de
urgência e o médico não suturou o coto, o que gerou uma preocupação ainda maior ao paciente e
aos familiares, principalmente pelo medo de reinfecção. Por indicação, a filha contratou os
serviços de enfermagem especializada e através de coberturas tecnológicas e laserterapia de baixa
frequência, em 7 meses conseguimos a epitelização total da lesão, sem nenhuma infecção e
garantindo o conforto e a segurança ao paciente no atendimento domiciliar. Hoje o relato do
paciente é ter aprendido da pior forma: através da dor. Mas já faz podiatria desde então no outro
pé, adquiriu sapato adequado e luta pelo sonho de uma prótese.

 

O cuidado no descuido da atual saúde pública: um relato de experiência

Adriana Ribeiro Camargo3

 

Resumo
Mulher, 49 anos, semianalfabeta, parda, caquexia, porém pele íntegra, diabetes tipo 2 não
compensada, hipertensão não compensada, DPOC não tratada, ex tabagista (3 maços/dia) há 10

anos, esquizofrênica sem tratamento, com Pneumonia bilateral necessitando ventilação mecânica-
VM- por 16 dias, 11 dias destes sem qualquer tipo de alimentação; fisioterapia ou drogas

vasoativas somente antibioticoterapia venosa e Atracurio e Midazolan em unidade sem recursos
intensivos. No 12o dia de VM, foi para CTI, onde iniciou cuidados intensivos adequados. Alta a
enfermaria 18o dia e alta hospitalar com 22 dias com antibioticoterapia oral por 7 dias +
Hipoglicemiante oral e encaminhamento para endocrinologista, pneumonologista e clínico geral
em unidade básica de saúde. Condições alta hospitalar: caquexia exacerbada, perda muscular
importante; sem deambular; alternando obnubilação com falta de orientação alo psíquica e
sonolência; Diabetes e pressão arterial sem mensurar; Lesão por pressão -LP- apresentando-se 4o
dia de internação de categoria III glúteo D porção proximal ao sulco interglúteo com presença
esfacelos aderidos; bordos elevados tecido de granulação com aspecto infecioso drenando
exsudato purulento média a grande quantidade, prejudicado pela proximidade do ânus e
utilização de fraldas. Iniciado adaptação emergencial de cuidados com soro fisiológico 0,009%-
SF0,009%- + colagenase no interior e bordos Ácidos Graxos Essenciais –AGE– cobertura oclusiva
gazes e curativo diário, durando 4 dias. Após iniciado SF0,009% limpeza do excesso e finalizando
com Polihexametileno de Biguanida–PHMB– especificações do fabricante; realizado cobertura
com fibra Alginato de Cálcio e Sódio e bordos AGE e cobertura secundária com gazes. Retirada a
cada 3 dias, sempre grande quantidade exsudato seropurolento misturado ao produto que se
decompõem em gel. Realizado desbridamento instrumental técnica Cover incompleta, para
viabilidade de penetração da cobertura no 7o dia. A fibra alginato utilizada por 7 trocas
consecutivas evoluindo para pouco tecido de esfacelo e bom tecido de granulação mantido com
Dersani com Alginato gel e bordos com Dersani gel. Evoluindo com 9 dias para AGE. Perfazendo
total 61 dias para início da cicatrização/fechamento da lesão. Lembrando que o tratamento foi
realizado sem demais aportes multidisciplinares, devido à dificuldade de acesso da paciente a rede
de atenção a saúde, sabendo-se não ser ideal acreditando assim a postergação dos resultados.

Concepção da enfermagem frente à paciente com dermatite atópica infectada: relato de experiência
Martina de Vasconcelos Oliveira Lemos4 * Pedro Henrique dos Santos1*Andrelina Alves Mangueira1Marcela Barbosa de Farias1 *Ótamis Ferreira Alves1* Isadora Cristina Rodrigues de
Amorim Pereira1

Resumo
LCSL, 22 anos, casada, parda, residente em um bairro que não possui saneamento básico,
portadora de dermatite atópica infectada em ambas as mãos, encontrava-se no sétimo mês de
gestação, do terceiro filho. Compareceu a Unidade Saúde da Família - USF sendo encaminhada
pela Enfermeira Obstétrica da maternidade do município onde reside para avaliação da
Enfermeira Dermatológica da USF para avaliação uma vez que a mesma já encontrava-se há
quarenta dias em tratamento com pomada a base de anti-inflamatório e antibiótico associados,
prescrita por dermatologista, porém sem melhora do quadro e piorando ainda mais processo
infeccioso passando a impossibilitá-la de mexer os dedos das mãos, passando a surgir angustia
relacionada ao medo de não poder cuidar do seu filho. Na USF, foi iniciado curativo especial em
30.05.18 higrogel com polihexametilenobiguanida com troca inicial em 24 horas já sendo possível
observar uma melhora no aspecto da lesão, porém com presença de sangramento intenso nas
lesões sendo necessário associar ao hidrogel uso de alginato de cálcio para ação hemostática
sendo feita segunda troca com 48 horas e demais posteriores também com 48 horas epitelização
total das lesões com 8 dias após início dos curativos especiais na USF. Na alta, cliente foi orientada
a usar toalhas macias e enxugar a pele com delicadeza, dar preferência a sabonetes líquidos e
infantis, evitando sabonetes de glicerina que ressecam ainda mais a pele, hidratação constante da
pele, evitar soluções irritantes como amaciantes, branqueadores e detergentes, não coçar a pele.

 

Relato de experiência da materialização da longitudinalidade do cuidado em uma unidade atenção primária a saúde na Secretaria Municipal de Saúde – RJ

Luiz Leonardo Louzada Nobrega5 * Flávia Atanazio do Nascimento1* Claudia da Hora Silva Benholiel1

 

Resumo
A úlcera venosa representa há décadas um importantíssimo problema de saúde em âmbito
mundial, pois exerce um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas. Um dos fatores
desencadeantes de maior prevalência é a insuficiência venosa. Descrição do caso: Usuária, 64
anos, com úlcera venosa há 30 anos vem sendo acompanhada há dois meses, de forma sistêmica,
hipertensa, diabética, cardiopata. Quanto ao processo evolutivo de cicatrização da lesão cutânea.
Úlcera Venosa contendo pele periferida hidratada e com epitelização, borda irregular e com
hiperceratose em região inferior. Lesão indolor, com odor fétido e exsudato seropurulento em
grande quantidade. Leito com tecido de granulação, apresentando argirose em regiões: superior e
inferior. TÉCNICA: Todo o tratamento teve por base científica o modelo TIME que engloba quatro
componentes que sustentam a preparação do leito da ferida (gestão do tecido, controle da
inflamação e infecção, gestão da exsudato, bordas (epitélio). Conduta: limpeza com soro
fisiológico 0,9%. Aplicar por 10 a 15 min a solução de PHMB. Após colocar carvão ativado, gaze e
ocluir com atadura. Troca do curativo primário a cada 72 horas e o curativo secundário a cada 24
horas. Discussão: Observou-se que o cuidado da pessoa com lesão é potente quando realizado
pela equipe com a complementariedade dos saberes e quando a interação com a pessoa acontece
com o fortalecimento do vínculo, fazendo sentido o cuidado tanto para o cuidador como para a
pessoa que é cuidada. Como resultado das intervenções temos tanto a melhora dos sinais e
sintomas no processo de cicatrização como a da auto-estima da usuária que nos encontros, com a
equipe relata como esse vínculo e cuidado tem transformado sua vida, mesmo nesse período de
quatro semanas. Conclusão: Concluímos que a instrumentalidade do conhecimento associado a
singularidade da pessoa com lesão possibilita um cuidado adequado e assertivo. O
Desenvolvimento de habilidades no manejo do Projeto Terapêutico Singular(PTS), a atitude da
escuta qualificada, contribuindo para o envolvimento da pessoa com seu tratamento, associado a
sistematização da assistência em enfermagem são de vital importância no processo de cicatrização
da lesão, impactando na adesão ao tratamento e na compreensão da equipe e da usuária de que é
possível compartilhar o cuidado na APS.

 

Cuidado holístico ao paciente com pé diabético a progressão do cuidado de enfermagem: relato de experiência


Nathalia Freire Andrade6 

Resumo
Introdução: O pé diabético é um problema de saúde pública de alto custo, sendo causas
frequentes de internações hospitalares, diminuição da produtividade do indivíduo e gastos
elevados com o tratamento clínico e medicamentoso. Objetivo: Relatar a experiência de
acadêmicas de enfermagem no cuidado ao paciente com pé diabético. Método: descritivo,
qualitativo do tipo relato de experiência, realizado por acadêmicas de enfermagem do 3o e 4o
semestre da Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza-CE, no período de outubro de 2017 a
março de 2018 em Maracanaú-CE a análise dos dados se deu por acompanhamento diário de
campo das autoras. Resultados: F.A.U.L, 50 anos, sexo masculino, diabético, deambula com
auxilio, apresentou-se na unidade hospitalar de rede privada, com amputação dos pododáctilos do
membro inferior direito (MID) possuindo laceração na região plantar por lesão traumática. Região
dorsal: Bordas irregulares, tecido de granulação, esfacelos e biofilme. Foi utilizado para assepsia SF
0,9% + Clorexidina Degermante 2% em região perilesional. No leito da lesão SF 0,9%+solução
antisséptica de PHMB e cobertura com gaze simples e hidrogel, na região da lesão. Região
plantar:Com bordas irregulares, exsudato purulento em moderada quantidade, odor fétido,
presença de tecido de granulação, esfacelos e biofilme. Foi utilizado para assepsia SF 0,9% +
cloxidinadegermante 2% em região perilesional. Já no leito da lesão SF 0,9%+ solução antisséptica
de PHMB + debridamento instrumental, e a cobertura com gaze simples e Aquacel. Todo
tratamento durou 6 meses, o que tornou uma vivencia enriquecedora foi para além das
coberturas, foi o olhar que o paciente permeou na condução do tratamento fazendo a
compreensão das orientações de enfermagem e acreditando na possibilidade de deambular sem
auxilio, apesar de ter sido desacreditado por outros profissionais após amputação. Conclui-se que
a vivencia foi enriquecedora na formação acadêmica das participantes e mostrando que a relação
interpessoal com o paciente faz uma total diferença no tratamento e no cuidado do paciente com
pé diabético.

 

Uma pessoa ferida! Cuidado com a lesão do corpo e da alma 

Renata Jardim da Costa7

 

Resumo
Introdução: Úlceras por pressão são lesões decorrentes de hipoxia celular levando à necrose
tecidual. Geralmente, estão localizadas em áreas de proeminências ósseas e ocorrem quando a
pressão aplicada à pele por algum tempo é maior que a pressão capilar normal. Relato de caso:
Paciente 63 anos, deu entrada num Hospital Estadual do Rio de Janeiro, após tentativa de suicídio
com ingestão de diversos medicamentos. Após uma depressão respiratória, foi entubada e ficou
no CTI por 21 dias, onde adquiriu uma úlcera por pressão. Passou mais dez dias na enfermaria
onde foi realizado o desbridamento da região necrosada. A alta aconteceu depois que a família se
comprometeu em cuidar da lesão no domicílio. No dia 05 de outubro de 2107 iniciou-se o
acompanhamento em domicilio, a família foi um fator importante no processo do cuidado, mesmo
não possuindo uma renda alta se comprometeram em conseguir todo o material necessário para o
cuidado através da compra ou mesmo de doações de amigos e parentes. O tratamento foi
realizado com prontosan na limpeza do leito da ferida e a aplicação do safigel e a colocação da
placa de alginato, com trocas diárias nas duas primeiras semanas devido ao grande volume de
exsudato. As trocas diminuíram para cada 48h nas semanas subsequentes, o cavilon foi usado ao
redor da lesão para proteger a pele que estava íntegra. Com a diminuição do exsudato e com o fim
do foco de infecção o tratamento seguiu com o safigel até a sua total cicatrização. A família
acionou a Equipe de Saúde da Família para o cuidado da depressão da paciente e para ajudar no
fornecimento do material para o curativo e na prescrição das medicações necessárias. Resultado:
Em seis meses de cuidados a lesão cicatrizou, o uso do material adequado e da técnica asséptica
mesmo estando em domicílio foram de suma importância para o sucesso do tratamento.
Juntamente com o tratamento da lesão, o cuidado integral realizado pelos profissionais da Clínica
da família, o comprometimento de familiares e amigos e o encaminhamento ao especialista para
cuidar da depressão fizeram com que a lesão da pele e a da alma fossem curadas, segundo relato
da própria paciente.

 

Pioderma Gangrenoso: atuação multidisciplinar com foco na cicatrização: relato de experiência 

Eliziete Costa De Oliveira8 * Mariane Roza Ricon De Freitas1 

 

Resumo
Introdução: O pioderma gangrenoso (PG) é uma dermatose crônica com características peculiares
e etiologia desconhecida, muitas vezes de difícil diagnóstico. Manifesta-se através de lesões
cutâneas ulceradas e dolorosas de evolução rápida e progressiva, mais comum em membros
inferiores. A terapia se baseia na imunossupressão e tratamento tópico. Torna-se fundamental a
conduta médica, os cuidados intensivos de enfermagem, bem como a intervenção nutricional
individualizada. Objetivo: destacar a importância da atuação multiprofissional no processo
cicatricial do Pioderma Gangrenoso e a reabilitação clínica da paciente. Método: relato de
experiência sobre a assistência à paciente ingressa no atendimento ambulatorial do Programa
Saúde Integral Plasc. M.A.J.C, 75 anos, sexo feminino, parda. HAS, varizes em MMII e diverticulite.
Diagnosticada em maio de 2018 com Pioderma Gangrenoso, acometendo a região posterior da
panturrilha direita e esquerda. Acolhida em consulta em agosto de 2018 pela Enfermeira e
Médico, posteriormente pela nutricionista da equipe multidisciplinar. Acompanhamento realizado
durante todo o processo de cicatrização, com a realização de curativos diários pela enfermeira,
com aporte farmacológico e clínico pelo médico, suporte nutricional pela nutricionista.
Resultados: através do gerenciamento multidisciplinar, é possível evidenciar o êxito na
recuperação e reabilitação da paciente, Mensurações: 06/08/18 Panturrilha esquerda (6,5x5,5cm),
Direita (7,5x5,5cm) em 10/09/18 Esquerda (4x4cm), Direita (5,5x4,5cm). Em 35 dias de tratamento
houve redução de 45,1% em média em ambas as lesões. Conclusão: o estímulo à relação
multidisciplinar deve ser visto como uma parceira na resolubilidade das complicações da saúde,
assim como essencial ponto para obter êxito no tratamento proposto, conhecendo a
individualidade da paciente atendida. Palavras chave: equipe multidisciplinar, pioderma
gangrenoso, gerenciamento de idosos, barbatimão.

 

Manejo de úlcera arterial com papaína pelo especialista: relato de experiência

Hellenn Cristina Nunes Santos9


Introdução: Úlceras arteriais são consequência da insuficiência arterial, predominantemente pela
aterosclerose. O diagnóstico, tratamento e acompanhamento requer profissional especializado e
capacitado diante de sua complexidade. A papaína além de desbridante enzimático possui
propriedades bactericida e bacteriostática (gel 10%) e acelera o crescimento tecidual, atuando de
forma seletiva. Objetivo: Relatar a evolução de uma úlcera arterial em tratamento com papaína.
Método: Relato de experiência de caso único, em atendimento domiciliar. Levantamento dos
dados após assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, conforme resolução 466 de
2012 do Conselho Nacional de Saúde, através de anamnese, exame físico e registro fotográfico.
Resultados: I. G., 89 anos, sexo feminino, residente no Rio de Janeiro. Nega diabetes, hipertensão
e tabagismo. Possui cardiopatia, arritmia e insuficiência arterial. É anticoagulada e antiagregada
plena. Realizou quatro abordagens para dilatação de artéria femoral esquerda, a última com balão
farmacológico. Primeira consulta em 25/11/17: úlcera arterial em maléolo medial esquerdo,
medindo 5,0 cm x 5,0 cm, leito 100% de esfacelo, bordas regulares e pouco maceradas, moderada
secreção serosa, pele perilesional com dermatite ocre, hipohidratada e sem sinais flogísticos. Pulso
pedioso presente, preenchimento capilar lentificado, pele local fria e pálida. Dor presente, com
melhora ao deixar membro pendente. Edema de membros inferiores. Prescrito curativo 12/12
horas com papaína gel 10%, creme barreira perilesional e hidratação da pele com creme a base de
ácidos graxos essenciais. As reavaliações se deram a cada 15 dias em média. Em 07/05/18
paciente apresentou úlcera 100% cicatrizada sendo a papaína a única cobertura durante o
período. Conclusão: Observou-se o sucesso no tratamento da lesão com uso da papaína gel,
mesmo diante da complexidade da úlcera e do histórico da paciente, evoluindo com redução e

melhora de aspecto até a cicatrização, melhora da dor e da qualidade de vida da paciente. Conclui-
se que a avaliação e prescrição de cuidados realizada de maneira individualizada por um

especialista foi fundamental para o sucesso na condução do caso.

Publicado
2019-07-09
Como Citar
MACHADO, D. DE O.; SILVA, B. U. DA; TRAMONTINI, S. J.; PERUZZO, A. B.; DANTAS, H. L. DE L.; SANTOS, E. S. DOS; CONCEIÇÃO, A. M. DA; ARAÚJO, J. F. O. DE; BASTOS, M. L. DE A.; TODARO, A. R.; TANGERINO, D. J. DOS A.; BREDER, J. D. S. C.; LIMA, M. H. DE M.; ROSA, P. C. P.; Mastella6M. H.; Chitolina1B.; CUNHA, B. S. N.; RIBEIRO, E. E.; DUARTE, M. M. F.; PELLENZ, N. L. K.; COSTA, W. J. T.; HAMADE, M. M. DE S. E.; OLIVEIRA, *NADIELLE DE; PONTES, M. DE C. P.; FREITAS, T. C. DE; BEZERRA, ÍTALLA M. P.; BRITO, L. S. L.; CERQUEIRA, E. A. C.; SILVA, C. S. G. E; XAVIER, A. S. G.; PASSOS, S. DA S. S.; SILVA, C. E. C. G.; SANTO, A. L. A. DO E.; COSTA, M. D. S.; FERREIRAFERREIRA, R. DE O.; TAVARES, B. DE S. C.; LAPIMARDEGAN, F.; RODRIGUES, B.; CAMARGO, A. R.; LEMOS, M. DE V. O.; MANGUEIRA, A. A.; Farias1M. B. de; ALVES, ÓTAMIS F.; PEREIRA, I. C. R. DE A.; NOBREGA, L. L. L.; NASCIMENTO, F. A. DO; BENHOLIEL, C. DA H. S.; ANDRADE, N. F.; COSTA, R. J. DA; OLIVEIRA, E. C. D.; FREITAS, M. R. R. D.; SANTOS, H. C. N. Resumos premiados no VII CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE FERIDAS 2018. Revista Enfermagem Atual InDerme, v. 88, n. 26, 9 jul. 2019.