A pele da tilápia no tratamento de queimaduras de segundo e terceiro graus, além de mais eficiente, é de baixíssimo custo

The skin of tilapia in the treatment of burns of second and third degrees beyond more efficient, is low cost

  • Cristhian Enmanuel Ayala Gimenez1
  • Amanda Guimaraes Camargo Bianco2
  • Eduardo Severo Monteiro
  • Ariela Mosmann Ribas
  • Eloisa Christini Beutler
  • Maicon Balduíno Mazzo
  • Francisco Deleon Oliveira dos Santos
  • Fabio Setti Ximenes
  • Fernanda Waitman de Oliveira Silva
  • Elissandra Nascimento da Costa
  • Matheus Zahr Geronimo
  • Elenice Pedroso da Silva
  • Chayenne Gomes Bueno Arantes
  • l Lays Alexandre Bezerra

Resumo

O intuito desta pesquisa é demonstrar que já é possível o tratamento de queimaduras de uma forma que venha
diminuir o sofrimento do paciente. É sabido que os ferimentos em decorrência de queimaduras são, por sua natureza,
extremamente doloridos, sobretudo, no momento da troca do curativo.
As queimaduras constituem um grave problema de saúde pública, representando a segunda causa de morte na
infância no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Queimaduras, estima-se que, no Brasil, ocorram em torno de um
milhão de acidentes com queimaduras por ano. Destes, cem mil pacientes procuram atendimento hospitalar e cerca
de dois mil e quinhentos falecerão, direta ou indiretamente, de suas lesões.
Diante desta situação, o professor/coordenador do SOS Queimaduras e Feridas do Hospital São Marcos de Recife (PE) conjuntamente com a equipe de pesquisadores liderados pelo professor Edmar Maciel, presidente do Instituto
de Apoio ao Queimado (IAQ), propuseram que o tratamento de feridas oriundas de queimaduras com a pele da tilápia tem se revelado muito eficaz, principalmente, por evitar as dores que ocorrem no momento da troca do curativo.
Informa ainda que além da eficiência na cura dos ferimentos, este tratamento não submete o paciente às fortes
dores e incômodo no momento da troca do curativo, uma vez que, por meio deste procedimento, não há necessidade da troca do curativo. Além de não haver necessidade da troca do curativo, que já seria muito importante, em razão
de evitar o paciente do sofrimento, também revelou-se que a pele do pescado possui duas vezes mais colágenos (tipo
1) que a pele humana.
No ano de 2017, a equip

Publicado
2019-04-08