ENFERMAGEM NO USO DO LASER DE BAIXA POTÊNCIA COMO COADJUVANTE NO TRATAMENTO DE FERIDA VENOSA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31011/reaid-2022-v.96-n.39-art.1408

Palavras-chave:

Cuidados de enfermagem, Técnicas de fechamento de ferida, Cicatrização, Estomaterapia

Resumo

Objetivo: Demonstrar os efeitos da lesarterapia de baixa potência como coadjuvante na assistência de enfermagem no tratamento de paciente com ferida vascular. Método: Trata-se de um estudo de caso de abordagem qualitativa, desenvolvido no Ambulatório de Enfermagem em Estomaterapia da URCA. A coleta de dados ocorreu nos meses de setembro e outubro de 2021 através do prontuário, registros de enfermagem e relato/opinião de enfermeiros generalistas e especialistas em estomaterapia. Após os dados coletados, forma descritos de forma transparente através do histórico de paciente, imagens da evolução da ferida e quadro contendo informações dos registros. Resultados: Paciente J.B.M. 66 anos, hipertenso, diabético, pesando 56 kg, com estatura de 1,69 m, IMC: 19,67, com histórico de AVC, problemas vasculares, tem amputação de membro inferior direito, e lesão de cunho venoso em membro inferior esquerdo em região tibial. Recebeu cuidados de enfermagem para cicatrização da ferida e melhora do estado de saúde, e como coadjuvante ao tratamento, utilizou-se o laser de baixa potência. Considerações finais: O uso do laser de baixa potência como coadjuvante no tratamento da ferida vascular se mostrou eficiente e trouxe bons resultados durante todo o tratamento. Este estudo também mostra a importância do enfermeiro no uso de novas tecnologias para o tratamento de ferida.

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Biografia do Autor

Maria Neyze Martins Fernandes , Universidade Regional do Cariri- URCA

Mestre em Enfermagem e Enfermeira pela Universidade Regional do Cariri- URCA, Crato, Ceará, Brasil. E-mail: neyzemartins4@gmail.com

Luis Rafael Leite Sampaio, Universidade Regional do Cariri-URCA

Doutor em Farmacologia, Enfermeiro Estomaterapeuta – TiSOBEST, docente do departamento de Enfermagem da Universidade Regional do Cariri-URCA, Crato, Ceará, Brasil. E-mail: rafale.sampaio@urca.br

Maria do Socorro Vieira Lopes, Universidade Regional do Cariri-URCA

Doutora em Enfermagem, docente do departamento de Enfermagem da Universidade Regional do Cariri-URCA, Crato, Ceará, Brasil. E-mail: socorro.lopes@urca.br

Kenya Waléria de Siqueira Coelho Lisboa, Universidade Regional do Cariri-URCA

Doutora em Enfermagem, docente do departamento de Enfermagem da Universidade Regional do Cariri-URCA, Crato, Ceará, Brasil. E-mail: kenya.lisboa@urca.br

Thais Rodrigues de Albuquerque, Universidade Regional do Cariri- URCA

Mestre em Enfermagem e Enfermeira pela Universidade Regional do Cariri- URCA, Crato, Ceará, Brasil. E-mail: thaysrodrigues_albuquerque@hotmail.com

Natannael da Silva Pereira, Universidade Regional do Cariri-URCA

Acadêmico de Enfermagem na Universidade Regional do Cariri-URCA, Crato, Ceará, Brasil. E-mail: natannael.silva@urca.br

Luana de Souza Alves, Universidade Regional do Cariri-URCA

Acadêmica de Enfermagem na Universidade Regional do Cariri-URCA, Crato, Ceará, Brasil. E-mail: luana.souza@urca.br 

Publicado

12-09-2022

Como Citar

1.
Reis Macedo LF, Fernandes MNM, Sampaio LRL, Lopes M do SV, Coelho Lisboa KW de S, Albuquerque TR de, et al. ENFERMAGEM NO USO DO LASER DE BAIXA POTÊNCIA COMO COADJUVANTE NO TRATAMENTO DE FERIDA VENOSA. Rev. Enferm. Atual In Derme [Internet]. 12º de setembro de 2022 [citado 22º de janeiro de 2026];96(39):e-021295. Disponível em: https://revistaenfermagematual.com.br/revista/article/view/1408

Edição

Seção

ESTUDO DE CASO