Resiliência como estratégia de enfrentamento à dor musculoesquelética do enfermeiro no contexto hospitalar
DOI:
https://doi.org/10.31011/reaid-2022-v.96-n.40-art.1454Palavras-chave:
Enfermagem, Saúde do Trabalhador, Riscos Ocupacionais, Segurança do Paciente;, Assistência ao pacienteResumo
Objetivo: avaliar a resiliência de enfermeiros que atuam no âmbito hospitalar e relacioná-la com dor musculoesquelética.Método: pesquisa transversal, descritiva, realizada de dezembro de 2019 a março de 2020 com 83 enfermeiros. Resiliência relacionada a dor musculoesquelética e à intensidade da dor avaliada e analisada com estatística descritiva e inferencial. Resultados: 72,3% dos enfermeiros apresentaram resiliência moderada, 22,9%, alta e 4,8%, baixa resiliência; 75,9% afirmaram ter sentido dor musculoesquelética no último ano e as regiões mais acometidas foram pescoço, região dorsal e ombros; 36% avaliaram sua dor como moderada e 14,6%, intensa. Ocorreu associação estatística significativa entre intensidade da dor e dor musculoesquelética no pescoço (p = 0,000), ombros (p = 0,004), região dorsal (p = 0,000) região lombar (p = 0,044) e tornozelos e pés (p = 0,017). Não foi verificada diferença estatística significativa entre a resiliência e a ocorrência de dor musculoesquelética por região anatômica (p > 0,05). Não foi observada correlação entre intensidade da dor autorreferida e resiliência (p = 0,924). Conclusão: enfermeiros que atuam em um hospital geral sentem dor musculoesquelética de intensidade moderada a alta em diferentes regiões anatômicas, porém permanecem no trabalho, mesmo com dor, o que pode ser influenciado pela maior resiliência.
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