TERAPIA POR PRESSÃO NEGATIVA NO TRATAMENTO DE FERIDAS CRÔNICAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31011/reaid-2026-v.100-n.3-art.2689

Palavras-chave:

Envelhecimento, Lesões, Terapia por pressão negativa

Resumo

Introdução: O desenvolvimento de lesões cutâneas é uma condição fisiopatológica frequente em pessoas idosas acamadas. Dessa forma, a manutenção da integridade da pele nesses pacientes depende do conhecimento e da aplicação de cuidados adequados e eficazes. Em 1997, durante o American Wound Care Congress foi introduzido um novo conceito para o tratamento de lesões: a terapia por pressão negativa. Objetivo: Discutir a eficácia da terapia por pressão negativa em pacientes com lesões crônicas. Método: Revisão integrativa da literatura. A busca ocorreu nas bases LILACS, BVS, SciELO e Google Acadêmico, utilizando os descritores “terapia por pressão negativa” e “pacientes com lesões crônicas”, entre junho e julho de 2025. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 22 artigos foram selecionados e analisados.

Resultados: Identificaram-se como principais fatores de risco para o desenvolvimento de lesões a idade avançada e a presença de comorbidades, especialmente o diabetes. A terapia por pressão negativa demonstrou capacidade de reduzir edema tecidual e exsudato, além de favorecer o preparo do leito da lesão para procedimentos como enxertia. Conclusão: A terapia por pressão negativa apresenta diversos benefícios no tratamento de lesões crônicas, incluindo redução das dimensões da lesão, diminuição da carga bacteriana e atenuação da resposta inflamatória local.

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Publicado

17-09-2026

Como Citar

1.
Assunção Vieira TC, Ramalho de Oliveira Barbosa L, Pereira da Silva S, Mattozinho de Souza M, D’Anunciação de Oliveira H, Britto Ribeiro de Jesus P. TERAPIA POR PRESSÃO NEGATIVA NO TRATAMENTO DE FERIDAS CRÔNICAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Rev. Enferm. Atual In Derme [Internet]. 17º de setembro de 2026 [citado 18º de setembro de 2026];100(3):e026097. Disponível em: https://revistaenfermagematual.com.br/revista/article/view/2689

Edição

Seção

ARTIGO DE REVISÃO